
terça-feira, 16 de outubro de 2007
domingo, 7 de outubro de 2007
Uma das SALAMANTRAS
Nathália Barboza, paulista , começou estudando teclado aos 10 anos e aos 15 estudou piano erudito no Conservatório Beethoven. Em seguida teve aulas particulares com o prof. João Antônio Parizoto, tocando em vários recitais de piano. Formada em piano popular na FIAAM FAAM em 2006, teve aulas com o prof. Marcelo “Beba” Zanettini. Participou de vários recitais de piano dentro da universidade e apresentações com o “Trio com Ela” em eventos da FMU, Centro Cultural São Paulo, casas noturnas na Vila Madalena (bares: Teta Jazz Bar, Mojave Jazz Bar e Girassol Pizza Bar) e Moema (Ton Ton Jazz Bar, All of Jazz e Ao Vivo Bar com a cantora Simone Pelissari). Atualmente estuda piano erudito e composição com o prof. Adriano Heidrich e está cursando A História da MPB com o Prof. André Domingues no Centro Cultural Aúthos Paganos. Também já participou de festivais de bandas católicas com composições próprias.Ministra aulas particulares de piano popular e toca também em Cerimônias Matrimoniais. Acompanha as cantoras Mirian Lopez, Érika Cabrero, Ronir Fernandes e Suellen Luz. Atualmente tocou piano solo no Hotel Transamérica e na sala VIP da TAM, no aeroporto de Guarulhos. quinta-feira, 4 de outubro de 2007
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
Apresentando o SALAMANTRA
O "SALAMANTRA" e algumas de suas justificativas
O nome deste grupo, que representa a união harmônica de pessoas objetivando criar momentos em que há ou se faz música, é uma palavra criada a partir de em uma sugestão afetiva, casual e familiar. Um estímulo que assemelhava-se a um bichinho da natureza com características muito ricas e singulares, além de representar, também, um aparelho que serve para aquecer ambientes domésticos. SALAMANDRA passou por adaptação livre e mística, transformando-se em SALAMANTRA. Pesquisando a sonoridade do nome chegou-se a um som peculiar. A um som rotativo, de fluxo giratório e perfeito que simbolizava uma sala, um lugar de encontro: A Sala. Visualizou-se também um ambiente sagrado onde poder-se-ia entoar cânticos de enlevo e de êxtase: O Mantra. Juntou-se os significados disponíveis dentro de conceitos artísticos elicenças poéticas para obter-se o inusitado. Surgiu, assim, o nome "SALAMANTRA", que para nós é um nome que possibilita o acolhimento, a reunião dos contrários em ambiente sagrado do cotidiano, para entoar-se músicas das mais variadas procedências e fazer-se Arte.
Luiz Carlos Rufo
O nome deste grupo, que representa a união harmônica de pessoas objetivando criar momentos em que há ou se faz música, é uma palavra criada a partir de em uma sugestão afetiva, casual e familiar. Um estímulo que assemelhava-se a um bichinho da natureza com características muito ricas e singulares, além de representar, também, um aparelho que serve para aquecer ambientes domésticos. SALAMANDRA passou por adaptação livre e mística, transformando-se em SALAMANTRA. Pesquisando a sonoridade do nome chegou-se a um som peculiar. A um som rotativo, de fluxo giratório e perfeito que simbolizava uma sala, um lugar de encontro: A Sala. Visualizou-se também um ambiente sagrado onde poder-se-ia entoar cânticos de enlevo e de êxtase: O Mantra. Juntou-se os significados disponíveis dentro de conceitos artísticos elicenças poéticas para obter-se o inusitado. Surgiu, assim, o nome "SALAMANTRA", que para nós é um nome que possibilita o acolhimento, a reunião dos contrários em ambiente sagrado do cotidiano, para entoar-se músicas das mais variadas procedências e fazer-se Arte.
Luiz Carlos Rufo
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